O REGIMENTO DA CÂMARA DE VEREADORES

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A Resolução nº 12 de 11 de setembro de 2001 estabelece o Regimento Interno da Câmara Municipal de Cruz das Almas.

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LEI ORGÂNICA MUNICIPAL

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Motivados pela Constituição Federal de 1988, os municípios brasileiros criaram suas Leis Orgânicas.

A Lei Orgânica do Município de Cruz das Almas foi promulgada em 05 de abril de 1990. E foi totalmente reformada, ampliada e atualizada em 12 de novembro de 2002.

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PELA PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO DE CRUZ DAS ALMAS

patrimonio-historico-e-cultural-historiasylvio-blogspot-com-brO site Almanaque Cruzalmense vem manifestar sua preocupação no que diz respeito à Preservação da Memória Histórica da nossa cidade, ao tempo que, em especial, alerta para a responsabilidade dos gestores públicos eleitos em atender aos desejos, necessidades e direitos dos cidadãos e do município, promovendo o seu desenvolvimento arquitetônico, incentivando o crescimento urbano, mas sem, contudo, contribuir para a destruição e apagamento dos registros do passado.

Tem sido notório em todo o Brasil, e por motivos vários, os graves sinais de degradação não só dos espaços públicos, que vem perdendo sua importância como lugar de vida coletiva, mas também do patrimônio histórico, que tem perdido importância simbólica, política e econômica.

Importa-nos, portanto, promover a preservação da memória histórica, paisagística, urbanística, arquitetônica, gastronômica e cultural da cidade por tratar-se de ação fundamental que reforça a identidade cultural e o senso de pertencimento dos cidadãos.

Este é o pacto pela Preservação do Patrimônio Histórico que o Almanaque Cruzalmense propõe à Sociedade Civil, aos governantes e aos legisladores de nossa cidade, com o pedido de que seja uma pauta política importante em seus mandatos.

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MARINHEIRO ESTEVAM BARBOSA ALVES

Estevam Barbosa Alves era cruzalmense, filho de João Xavier Alves e Hercilia Barbosa, nasceu em 02 de setembro de 1922. Segundo o memorialista Prof. Manoelito Roque Sá, era um rapaz de pequena estatura, porém forte, louro e simpático; dono de uma boa voz que gostava de canções de Vicente Celestino, imitando-o com perfeição.
Era muito disposto, alegre e sempre desejoso de estudar. Não vendo outros meios, resolveu ir para a “Marinha do Brasil”, seguindo os passos do seu irmão Antônio, que há um ano antes havia seguido este caminho. Alistou-se então na Escola de Aprendizes de Marinheiro, em Salvador, no dia 01/02/1941, indo para o Rio de Janeiro em 07/01/1942, e lá assentou praça no Corpo do Pessoal Subalterno da Armada, como Grumete, em 02/07/1942, passando a servir a bordo do Navio Auxiliar Vital de Oliveira. Cursou a especialidade de Máquinas Auxiliares, tendo concluido com bom aproveitamento em 01/09/1943, data em que foi promovido a Marinheiro de 2a classe, em 15/06/1944 foi elevado a Marinheiro de 1a classe, mediante aprovação em exames de habilitação e continuando no NA Vital de Oliveira.


Após uma série de viagens, transportava para Recife as guarnições do Contra Torpedeiros Bertioga e, no regresso, dia 19 de julho de 1944, às 23h45m o NA Vital de Oliveira foi torpedeado por um submarino alemão U861, comandado pelo Capitão de Corveta Jurgen Osten a 25 milhas ao largo do Cabo de São Tomé. O torpedo atingiu-o à popa e o fez soçobrar em três minutos. O Capitão de Fragata João Baptista de Medeiros Guimarães Roxo, comandante e a tripulação demonstraram no abandono do navio muita calma e disciplina. Pereceram 100 homens, dentre estes, três oficiais subalternos três suboficiais; dezesseis sargentos; quinze cabos; nove primeiras classes; vinte e cinco segundas-classe; dez grumetes; 11 taifeiros, seis fuzileiros navais e um menor passageiro. Dentre eles, estava o cruzalmense Marinheiro Estevam Barbosa Alves, que assim desapareceu para sempre, morrendo em ação, durante o serviço militar, conforme registra o boletim do Ministério da Marinha, publicado no Diário Oficial a 10 de agosto de 1944:
“…Pereceram no cumprimento do dever, por ocasião dos afundamentos dos navios Vital de Oliveira e Camaquã, os Oficiais Suboficiais, Sargentos e Praças…”.

Como homenagem, o Marinheiro Estevam Barbosa Alves foi promovido, post-mortem, ao posto de 1° Sargento. E, em 29 de Julho de 1995, o então prefeito de Cruz das Almas, que era seu irmão, Carmelito Barbosa Alves, por ocasião das comemorações do aniversário de Emancipação Política do município, entregou à comunidade um busto em bronze do ilustre cidadão que perdeu a sua vida servindo à Pátria. O monumento foi colocado na Praça que leva o seu nome, localizada na Rua José da Rocha Passos (Rua da Jurema).

Há ainda em Salvador uma rua com o seu nome, localizada no bairro Castelo Branco e que, certamente, trata-se também de homenagem ao mesmo marinheiro cruzalmense.

Embora Estevam Barbosa não tenha integrado a FEB e não tenha de fato lutado na Grande Guerra, mas morreu em função dela e, por isso, é considerado um herói de guerra. Segundo relatos do próprio Exército Brasileiro, a reação ao afundamento de embarcações brasileiras pelos alemães ainda em nossa costa foi o que precipitou a entrada do Brasil na Guerra. A inicial aparente neutralidade deu lugar a uma campanha intensa e, até certo ponto, desacreditada. Dizia-se que era mais fácil uma cobra fumar do que o Brasil enviar suas tropas, o que levou à criação da expressão “a cobra vai fumar” quando, finalmente, a FEB desembarcou na Itália, em 1944.

AS PRANCHAS DE CARNAVAL

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Bloco “A Cigarra”

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Cordão “Victória”

Nos antigos blocos de carnaval de Cruz das Almas existiam as “pranchas” que eram caminhões enfeitados e animados por grupos musicais; essa modalidade de carro alegórico se deslocava devagar pela praça da cidade, carregando garotas  vestidas de princesas, com trajes de época ou mesmo com fantasias carnavalescas. Os carros eram ornamentados, coloridos e criativos. A cada ano optava-se por uma determinada composição estética diferente. Era comum homenagear os elementos da natureza envoltos em seres míticos, como o peixe voador, as fadas, a cigarra gigante, entre outros.

(FONTE: CASTRO, JRB. Da casa à praça pública: a espetacularização das festas juninas no espaço urbano. Salvador: EDUFBA, 2012, 342p.)

O BAR DE BARRÃO

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Bar de Barrão, na Avenida Alberto Passos em 1960

Quem viveu em Cruz das Almas/BA nos anos oitenta há de se lembrar do Bar do Barrão. Estabelecimento comercial, tocado pelo simpático Barrão. Ficava bem ali na Avenida Alberto Passos, pertinho da praça Senador Temístocles. Era frequentado predominantemente por pesquisadores da Embrapa e professores da então Escola Superior de Agricultura (a primeira do Brasil), hoje Universidade do Recôncavo. Por lá passavam também pessoas simples e modestas da comunidade. Lugar democrático, supostamente sem preconceitos. (…)

Naquele pequeno espaço cabia mais o moleque e alegre aconchego baiano que pilantragem e maldade. Para quem sabia curtir, era um bom exercício de superação de preconceitos e reafirmação de amizades. Maravilhoso, frequentado por muita gente boa.

Nada de fino cardápio. O que rolava era carne de sol gorda cozida em pedaços, passarinha, pititinga, torresmo, mocotó e tripa de porco fritas. Sempre duas, no máximo, três dessas opções. Bolos e salgados. As bebidas resumiam-se na cerveja, cachaça, fernet, underberg e vermute. Copos, talheres e pratos duralex sempre arranhados e embaçados. Cada um pegava sua cerveja, dosava sua purinha, o traçado e se servia do tira-gosto. Quando muito, alguém fazia um prato coletivo para revezar de mão em mão no meio de seu grupo.(…) Nenhuma alma a reclamar de nada. Bebendo e comendo com se estivessem todos num refinado banquete.
Uma caderneta encardida de espiral, amassada e sempre úmida era o “caixa” do estabelecimento. Sucesso também era, no Carnaval,  o tradicional churrasco no espeto.

Barrão abria seu boteco à tardinha, sol se pondo. Não demorava muito, a turma ia juntando aos bandos. E dá-lhe prosa, predominantemente sobre política. Diferentemente de hoje, as discussões não eram apaixonadas nem cegamente enviesadas. Muito menos agressivas. Com maioria de gente culta e de boa racionalidade, conduziam-se diálogos maduros, chegando-se, no improviso e no bafo alcoólico, a interessantes e valiosas análises políticas conjunturais. Atravessávamos, na época, o governo do último general. Aquele destrambelhado do “prendo e arrebento”, que era mais motivo de chacota que de referência.

(FONTE: http://jornalalerta.com.br/davi-nao-davino/ )

O BAIRRO LAURO PASSOS

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Sede original da Fazenda Bomsucesso (1911), onde localiza-se hoje a Praça Sumaúma na cidade. Foto: Lauro Passos

O bairro Lauro Passos é uma área plana situada no perímetro urbano da cidade e que, no passado, era a sede de uma fazenda de laranja de propriedade do ex-prefeito da cidade, Dr. Lauro de Almeida Passos, falecido em 1982. Com o desmembramento da área, que se transformou em loteamento, abriram-se ruas largas e uma grande praça.

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Com o objetivo de preservar uma árvore de sumaúma (ceiba pentandra), transferiu-se a nova praça para as proximidades da sede da antiga fazenda, uma área ampla e mais arborizada. Essa área passou a se chamar Parque Sumaúma e a referida árvore secular que inspirou o topônimo foi preservada, sendo recentemente tombada como patrimônio ambiental do município.

A praça é arborizada, com muitas mangueiras, e no seu entorno pode-se observar tanto as unidades residenciais, como também edificações de serviços, como escolas de ensino fundamental e médio, que surgiram a partir dos anos 1980. Trata-se de uma área habitada predominantemente por pessoas das classes média e média alta.

Do ponto de vista da forma de apropriação, os usuários utilizam o referido logradouro público para práticas esportivas, caminhadas ou simples contemplação.

(FONTE: CASTRO, JRB. Da casa à praça pública: a espetacularização das festas juninas no espaço urbano. Salvador: EDUFBA, 2012, 342p.

ARRAIÁ DO LARANJÁ: O COMEÇO DE UM NOVO CICLO DE FESTAS JUNINAS.

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Em 1989, na administração do prefeito Lourival José dos Santos (de 1989 a 1992), iniciou-se o ciclo de festas juninas urbanas espetaculares em Cruz das Almas, com a realização da primeira edição do chamado “Arraiá do Laranjá”. A temática da festa se deve ao processo de citriculturalização do espaço agrário do município no período pós-crise fumageira. Na composição estética do espaço festivo, procurou-se destacar uma suposta nucleação urbana imersa em um mundo rural, prática recorrente nas festividades do ciclo junino na atualidade.

Nessa primeira experiência de festa junina concentrada na praça do Parque Sumaúma, o evento teve uma dimensão espacial reduzida e ainda muito simples(…), a Praça do Parque Sumaúma estava envolta de áreas livres de edificação e o largo, pouco utilizado pela população, estava encoberto com gramíneas. Edificou-se no centro da praça uma casa de taipa típica como marco inicial das festas juninas concentradas de Cruz das Almas, buscando-se ambientar esteticamente o espaço como um simulacro de área rural tradicional do Nordeste brasileiro. Na concepção dos organizadores do evento festivo, o casebre de sopapo estaria envolto de uma simbologia, através da qual se fazia uma ponte entre o passado predominantemente rural das festividades do período junino, que progressivamente eram cooptadas pelo espaço urbano.

Com a consolidação do caráter espetacular da festa, montou-se um palco maior, com a frente voltada para as principais vias de canalização do fluxo de foliões juninos, o que significou uma mudança na dimensão escalar do evento festivo, que passou, aos poucos, a apresentar um raio de abrangência regional.

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Parque Sumauma
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Considerando-se, então, a cronologia gestionária em Cruz das Almas, pode-se afirmar que as festas juninas na Praça do Parque Sumaúma iniciaram-se no final da década de 1980 como uma iniciativa do prefeito Lourival José dos Santos e que foi mantida pelo seu sucessor, Carmelito Barbosa Alves (1993-1996), que mudou o nome do evento para “Forró Na morar”, como estratégia de criar uma nova identidade vernacular a uma experiência festiva urbana que se mostrava exitosa. O prefeito Raimundo Jean Cavalcante (1997-2004) se preocupou mais em potencializar a espetacularização e midiatização da festa.

O prefeito Orlando Peixoto Filho (2005-2012) manteve a estrutura de espetacularidade, mas procurou introduzir elementos, como uma cidade cenográfica, e elegeu como tema da festa o “Arraiá da Cultura Popular”. Procurou-se valorizar manifestações culturais locais no contexto da megafesta junina e descentralizou-se o espaço de deflagração festiva, montando-se um palco com apresentações na então recém inaugurada Praça Multiuso, na entrada cidade.

Na festa junina de Cruz das Almas tem “arraiá” para adultos e crianças. O espaço destinado aos pequeninos, na verdade um projeto pedagógico, foi batizado de “Arraiá do Laranjinha”, numa homenagem à fruta típica da região. Lá as crianças podem curtir o som do forró, apresentações de quadrilhas e a feirinha de artesanato e guloseimas típicas que também agrada aos pais.

Nota-se, portanto, que houve progressivamente, até 2012, uma ampliação espacial da festa.

(FONTES: CASTRO, JRB. Da casa à praça pública: a espetacularização das festas juninas no espaço urbano. Salvador: EDUFBA, 2012, 342p. ; NOTAS DO EDITOR DESTE BLOG)

O CASAMENTO DO CEAT

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A ORIGEM – No final da década de 70, no COLÉGIO ESTADUAL ALBERTO TÔRRES – CEAT, foi desenvolvido um projeto pedagógico intitulado São João na roça. Esse projeto visava despertar no alunado o interesse pela cultura popular e constituía na escolha de tarefas relacionadas com o São João por turma de alunos, que depois de apresentadas foram avaliadas para notas mensais. As tarefas escolhidas pelos alunos foram: comidas típicas, quadrilhas, dança de roda e casamento na roça. Depois das apresentações, o Casamento na Roça foi o que mais se destacou pelo seu desempenho e criatividade. O uso de licor, queima de espadas e outros fogos de artifícios no recinto do CEAT, eram naquela época proibido, porque feriam o regimento interno do estabelecimento. Por isso, todos os anos os alunos insistiam nessa prática, mesmo sendo contrárias ao regimento interno do CEAT sempre contornado pela direção. Surgindo assim uma ideia para a solução do problema, pleiteada pelos alunos como Sérgio Lopes, seu irmão Valtinho e outros, para que o Casamento fosse a partir dali, realizado na Praça Senador Themistocles. Acatada pela direção da época, constituída por Eleacy Leal, diretora e os vices diretores, Antonio Batista, Maria Antonia e Edelsuita Sampaio que fizeram uma exigência: para que a arrumação do Casamento fosse sempre no recinto do CEAT. Assim surgindo o CASAMENTO, que virou tradição. Daí em diante, o Casamento sempre foi arrumado em uma das salas do colégio, onde um aluno se travestia de noiva e uma aluna de noivo; o padre era sempre um aluno; todos vestidos a rigor, saindo do CEAT, conduzido por uma carroça enfeitada, passando pela Rua da Estação até a Praça dos Artífices, em direção a rua do hospital, rua da Suerdieck, Rua Crisógno Fernandes, daí até o coreto na Praça Senador Themístocles, onde acontecia a cerimônia do Casamento em grande estilo. Depois a festa se transformava numa grande batalha de espadas, consequentemente dando início ao São João de Cruz das Almas. Portanto o CASAMENTO DO CEAT é uma tradição criada pelos alunos daquela casa de ensino há mais de vinte anos, que também contou na época, com o entusiasmo de pessoas como o Capitão Antonio Leite e outras figuras que participavam do evento. ¹

O Casamento do CEAT, que aconteceu até o ano de 2011, “significava, para os foliões apreciadores das espadas, o mesmo que os antigos “gritos” de carnaval ou de micaretas significavam, ou seja, o anúncio da aproximação de uma determinada festa e a divulgação desse evento. É o grito do espadeiro, alterando o cotidiano da cidade em um dia comum, o que descortina uma atmosfera de irreverência em espaço público”.²

 

(FONTE: ¹Prof. ANTONIO BATISTA, ex-diretor do Colégio Estadual Alberto Tôrres. Eng° Agrônomo, Professor de História, Doutor-Honoris Causas pela UNI AMERICAN e Bacharel em Direito); ²Da Casa à Praça Pública – A espetacularização das festas juninas no espaço urbano. JÂNIO ROQUE B. DE CASTRO, EDUFBA 2012)

HISTÓRIA DA IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS EM CRUZ DAS ALMAS

 

A partir de relatos do documentário produzido pela Igreja Assembleia de Deus em Cruz das Almas (ADECAL), a Igreja foi fundada em 21 de maio de 1936, na Rua Rui Babosa, dirigida pelo pastor Aristóteles Bispo. Porém, há relatos que anos antes outros pastores já haviam evangelizado na cidade, entre eles estão Pr. José Moreira e Silva, Pr. Eugênio Cavalcante Rocha e Manoel Francisco Rocha.

As ações propostas pelo projeto intitulado “A Década da Colheita” contribuíram e muito para o processo de expansão da Igreja Assembleia de Deus, em especial na cidade de Cruz das Almas, que segundo relato do Presbítero Reginaldo Santana, a ADECAL tinha somente 15 congregações antes da década de 1990. De acordo com últimos dados da Igreja Assembleia de Deus supracitada, possui um Templo Sede, 38 congregações distribuídas na zona urbana e rural e alguns pontos de pregações e tem como pastor presidente, o Pr. Esron Gonçalves Silva.

(FONTE: http://anpuhba.org/wp-content/uploads/2013/12/Danilo-Santos.pdf )