Quem hoje passa ali pela estrada asfaltada que leva à UFRB, lugar aprazível para a prática de atividades físicas, não imagina que nem sempre foi assim. O caminho era de terra batida, muito enlameado no período chuvoso, com enormes poças d’água, causando um transtorno enorme aos transeuntes que estavam a pé ou de bicicleta e tomavam um banho de lama dos carros que passavam em alta velocidade. Mas uma coisa sempre foi destaque naquele lugar: os bosques de eucaliptos nas laterais da estrada. Quem nunca, ao andar por ali de manhã cedo ou no final da tarde, respirou fundo e encheu o peito com o ar perfumado dos eucaliptos?  Alguns até recolhem algumas folhas para esmagar nas mãos e sentir o refrescante cheiro característico da planta.
Sabia que houve uma época, que era assustador passar por ali sozinho e, à noite, nem pensar! Havia até o boato de que o lugar era perigoso, um esconderijo de “tarados, bandidos ou maconheiros sem-vergonha”. Mas, atualmente, o lugar é seguro e não mais causa essa má impressão.
Os bosques de eucaliptos, na verdade, são resultados de experimentos da antiga EAUFBA. O da esquerda foi plantado desde o início da década de 60 e o da direita, bem depois, pelo biólogo Paulo César.
Este, definitivamente, também é um lugar cruzalmense.

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A Vila de Cruz das Almas ganhou foros de cidade, através da Lei Estadual nº1.597, em 31 de agosto de 1921.