Nascido em 2 de fevereiro de 1907, natural da cidade de São Francisco do Conde/Bahia. Filho de João Pinto Cunha e de dona Maria Carolina Freitas da Cunha, casou-se com a senhora Zulmira de Almeida Cunha com quem teve oito filhos: Nei, Almir. Haroldo, Getúlio, Mário Augusto, Rui, Luiz e Carolina. Era funcionário do Departamento de Correios e Telégrafos e, por este motivo, veio morar em Cruz das Almas.

Depois de ter morado em diversas cidades do interior, radicou-se em Cruz das Almas e aqui foi Inspetor Federal do Ensino e Secretário Municipal. Participou do movimento literário desta cidade escrevendo uma coluna no jornal NOSSA TERRA. Também escreveu para o JORNAL DO CLUBE DE CAMPO LARANJEIRA, para o jornal O NACIONALISTA, foi Editor do JORNAL DO POVO e foi correspondente do jornal A TARDE de Salvador.

Escritor, um ótimo cronista, intelectual destacado e declarado admirador da cultura helênica. Escreveu os livros “História de Cruz das Almas”, “Aquarela de Cruz das Almas e, por último, o “Memorial de São Francisco do Conde”. Mário Pinto da Cunha faleceu em Cruz das Almas no dia 29 de abril de 1985.

(Fonte: SANTANA, Alino Matta. in Cruz das Almas Cultural. 2018. Graf.e Edit. Nova Civilização. MAGALHÃES, Cyro. in Facebook/Almanaque Cruzalmense. Foto: acervo de Reflexos de Universos, gentilmente cedida por Hermes Peixoto)

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A Vila de Cruz das Almas ganhou foros de cidade, através da Lei Estadual nº1.597, em 31 de agosto de 1921.