Marcelo Machado, Beto Rebelde e Oreinha

“Uma das maiores lembranças que eu tenho (…) é a de um Festival de Música de Calouros que teve a participação do Marcelo Machado com sua polêmica música Senhora “M”, uma referência a maconha, no seu refrão continha a referência ‘Como é bacana amar a senhora M…’. Também participaram, Vaúca com sua música que reverenciava a sua amada e a Rua da Estação. Iniciava assim: ‘Rua da Estação, poste sem energia, cadê minha Laurinha…’. Um estudante de agronomia com a música política, que tinha o refrão, ‘O Galo já cantou, cantou corococó…’, e um outro que se eu não me engano ganhou o concurso, a sua música falava da angústia do desemprego e da falta de oportunidade de trabalho: ‘Cruz das Almas ê, eu já cansei de tanto lhe pedir pra me ajudar. Cruz das Almas ê, eu te amo, te adoro querida eu sempre te amei’.

(Carlos Alberto de Brito in Facebook/Grupo Almanaque Cruzalmense)

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A Vila de Cruz das Almas ganhou foros de cidade, através da Lei Estadual nº1.597, em 31 de agosto de 1921.