Cruz das Almas de outros tempos,
dos presepes, das jornadas,
bumba-meu-boi, lobis-homem,
e caipora nas estradas!

As novenas dos cruzeiros,
as roças de melancia,
os tanques, gratas piscinas
da criançada vadia!

Do futebol vagabundo,
com bolas de pé de meia,
de Zepelim, das arraias,
das rodas à lua cheia!

(Excerto de um poema do nosso escritor Galeno d’Avelírio )

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A Vila de Cruz das Almas ganhou foros de cidade, através da Lei Estadual nº1.597, em 31 de agosto de 1921.