A “NEVE” DA SUMAÚMA

Nesta época do ano, quem passa pelo Parque Sumaúma vê que o chão naquela área está coberto por uma penugem branca, uns chumaços que lembram algodão. É que a grande árvore Sumaúma (aquela que Dr. Lauro Passos ganhou de presente de aniversário) está dispersando suas sementes envoltas em paina, uma fibra fina e sedosa que, levada pelo vento, espalha-se mundo afora.

Contam os mais velhos que esta paina, antigamente, era aproveitada para preenchimento de travesseiros, de almofadas e de pequenas bonecas de pano.

Publicado por

Edisandro Barbosa Bingre

Escritor, poeta, pesquisador memorialista. Em 2020 foi agraciado pela Câmara de Vereadores com o Título de Cidadão Cruzalmense.

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