
Segundo Orlando Sampaio Passos, foi a partir da laranja-bahia que a citricultura se expandiu no estado, no Brasil e no Mundo. Em 1873, aproveitando os serviços diplomáticos norte-americanos instalados no Brasil, os técnicos em citricultura de Riverside, na Califórnia, receberam três mudas de laranja-bahia (ou de umbigo), do bairro do Cabula, em Salvador. Delas saíram as mudas que, posteriormente, se espalharam pelos EUA e outras partes do mundo.
Em Cruz das Almas, segundo Mário Pinto da Cunha, o Coronel José Batista da Fonseca, o Cazuzinha, foi pioneiro, juntamente com o Major Alberto Passos, da cultura da laranja no planalto cruzalmense. “Cada um deles comprou 90 mudas, adquiridas em Salvador, possivelmente no Cabula”.
